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Sábado, 12 de junho de 2021

SAÚDE PÚBLICA

Agevisa capacita técnicos para se tornarem multiplicadores no controle da tuberculose em Rondônia

16 de setembro de 2015 | Governo do Estado de Rondônia

Para atualizar dez técnicos em saúde de todo o estado, a Agência de Vigilância em Saúde (Agevisa) iniciou nessa terça-feira (15), na Biblioteca do Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen), em Porto Velho, capacitação em baciloscopia em tuberculose. O treinamento segue até esta quinta-feira (17), e os profissionais treinados serão os agentes disseminadores das novidades em suas regiões.

Tuberculose Treinamento Prático  fotos de ésio mendes  (5)

Técnicos participam de treinamento no Lacen

“Tosse seca ou com secreção pulmonar e falta de apetite por mais de três semanas, são os sintomas básicos da tuberculose. Nesse caso, temos que buscar um posto de saúde, para coletar escarro a ser analisado pelo exame de baciloscopia”, recomenda a coordenadora estadual de Controle de Tuberculose Nilda Barros, reforçando que 90% das tuberculoses são pulmonares, mas podem ocorrer na laringe, ossos, articulações, pele, sistema linfático, intestinos, rins, sistema nervoso e sangue.

A tuberculose é uma doença infecciosa, descoberta em 1882 por Robert Koch, que mesmo com documentação de longa data continua a afligir a humanidade nos dias atuais. No Brasil, em cada 100 mil habitantes, 30 são tuberculosos. “Rondônia está em 12º lugar em casos de tuberculose no País (dentro da média nacional) e busca ‘zerar’ os casos de morte até 2035”, disse Nilda Barros.

Segundo ela, em todo o estado existem postos de coleta de secreção pulmonar, onde são realizados os primeiros exames. Vilhena coleta na região do Cone Sul; Ji-Paraná na região Centro-Sul; Rolim de Moura na Zona da Mata; Ariquemes nos municípios do Vale do Jamari; Guajará-Mirim no Vale do Guaporé/Mamoré; e Porto Velho, além de fazer a coleta na região Norte do estado, recebe as coletas das demais regiões para análise no Lacem, único laboratório capacitado para realizar o exame final.

Logo que identificada, via análise do escarro, inicia-se o tratamento que dura seis meses, sendo monitorado dia-a-dia por um agente em saúde, a fim de que se tenha certeza da imunização do paciente, para que esse não continue transmitindo a doença para outras pessoas.


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Fonte
Texto: Marco Aurélio Anconi
Fotos: Ésio Mendes
Secom - Governo de Rondônia

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Capacitação, Cursos, Governo, Rondônia, Saúde


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