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Domingo, 16 de maio de 2021

BOM EXEMPLO: Governo executa obras com mais de 50% de economia

16 de dezembro de 2013 | Governo do Estado de Rondônia

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Executar obras por administração direta (máquinas, equipamentos e servidores próprios) não é prática comum na administração pública, mas é possível e também viável aos cofres públicos. O maior beneficiário é o contribuinte que vê seu imposto transformado em mais obras. Quem afirma é o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes (DER), engenheiro Lucio Mosquini.

O processo de realizar obras por administração direta, de acordo com o engenheiro, está sendo possível porque o governador Confúcio Moura investiu na melhoria da estrutura do parque de máquinas do DER. “Em menos de três anos foram investidos mais de R$ 90 milhões na compra de máquinas, equipamentos e veículos de apoio. Hoje, temos usinas de asfalto em todo o Estado”, acrescenta.

Economia

O diretor cita como exemplos a reconstrução da pista do aeroporto de Ji-Paraná, a restauração da RO-470 (Linha 81), da BR-364 até o município de Mirante da Serra; a restauração da RO-010, de Rolim de Moura a Nova Brasilândia; o asfaltamento da Estrada do Belmont, e da Rua da Beira, marginais da BR-364, estas duas últimas em Porto Velho e ainda em andamento.

Nestas obras, segundo Mosquini, o governo estadual obteve média de 50% de economia, se comparado ao preço praticado pelas empreiteiras. Para o engenheiro, a economia é importante, mas outros benefícios fazem parte do contexto da execução das obras realizadas por administração direta, como a qualidade.

Aeroporto de Ji-Paraná

A restauração da pista do aeroporto José Coleto, em Ji-Paraná, é motivo de orgulho para todo o governo, em especial para o DER, responsável pela obra. “As empreiteiras cobrariam cerca de R$ 8 milhões para realizar a obra. O governo estadual investiu em torno de R$ 3 milhões na obra, que foi aprovada pela equipe da Presidência da República”, afirmou o diretor.

Rapidez e qualidade

O trabalho feito com máquinas e servidores próprios facilitam todo o processo. “Não precisamos aguardar a burocracia da administração pública, como a licitação. No DER, se o gestor gostar de trabalhar ele consegue executar a obra”, detalha. A respeito da qualidade, ele destaca o quadro de engenheiros que ele considera de excelência.


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Fonte
Texto: Nilson Nascimento da Silva
Fotos: Nilson Nascimento da Silva
Secom - Governo de Rondônia

Categorias
Economia, Transporte


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