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Quinta, 06 de maio de 2021

INFRAESTRUTURA

Cacoal terá unidade de saúde com recursos do pós-enchente

03 de fevereiro de 2017 | Governo do Estado de Rondônia

O município de Cacoal ganhará uma Unidade Básica de Saúde. O contrato foi firmado com a construtora Vértice Eireli, escolhida em concorrência pública. A obra está prevista no Plano Integrado de Reconstrução e Prevenção de Desastres, elaborado pelo governo do estado em 2014, após a enchente histórica que afetou cerca de 100 mil habitantes em Rondônia.

Localizado a 480 quilômetros de Porto Velho, o município de Cacoal também foi afetado pela cheia na bacia do rio Madeira, cuja cota superou 20 metros e desalojou milhares de famílias, além de causar prejuízos à economia do estado.

A Unidade Básica de Saúde será construída no bairro Alpha Parque e custará R$ 618 mil. Os recursos, repassados no final de 2016, são oriundos do Ministério da Integração Nacional. O dinheiro deve ser aplicado exclusivamente em obras de recuperação de danos causados por inundações.

O prazo de execução da obra é de 180 dias após a emissão da ordem de serviço. O Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER) firmou o contrato como interveniente para atuar como fiscalizador.

Com 422,42 metros quadrados de área construída, a unidade terá consultórios, inclusive odontológico, salas de espera e recepção, salas de farmácia, estocagem e dispensação, entre outros espaços.

O Plano de Trabalho de Reconstrução, que tem 22 metas a serem alcançadas,  prevê também a construção de galerias e bueiros, casa da gestante em Cacoal, obras em Pimenta Bueno, Costa Marques, Nova Mamoré e Guajará-Mirim.

A enchente de 2014 levou o governador Confúcio Moura a decretar estado de calamidade pública, que foi reconhecido pelo governo federal. O Plano de Reconstrução é uma das exigências da União para amparar a transferências de recursos para obras de recuperação e de prevenção a outros desastres semelhantes.

No decreto constam informações sobre o transbordamento das bacias hidrográficas da região e dos rios de planície. Como consequência vieram prejuízos econômicos e sociais nos municípios de Porto Velho, Guajará-Mirim, Nova Mamoré, Costa Marques, Cacoal, Pimenta Bueno e Chupinguaia, tudo devidamente atestado pela Defesa Civil.

Também foram  registrados impactos negativos na distribuição de energia elétrica e saneamento básico. O enfrentamento do desastre exigiu intervenções preventivas na área de saúde para evitar doenças comuns a este tipo de ocorrência, como leptospirose, pneumonia, malária, toxoplasmose, febre tifoide, doença de pele e hepatite.


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Fonte
Texto: Nonato Cruz
Secom - Governo de Rondônia

Categorias
Rondônia, Saúde


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