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Quinta, 24 de junho de 2021

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Diretor do Banco de Desenvolvimento da América Latina afirma que consórcio é forma correta de defender interesses da Amazônia

05 de maio de 2017 | Governo do Estado de Rondônia

O executivo Octavio Carrasquilla, gestor de Meio Ambiente e Mudança Climática do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), disse ser digno de admiração o fato de os governadores da Amazônia Legal juntarem suas forças com a estratégia de criação do Consórcio Interestadual da Amazônia Legal.

Diretor do CAF, Octavio Carrasquilla

Carrasquilla participou dos quatro painéis sobre meio ambiente

Carrasquilla participou nessa quinta-feira (4) dos quatro painéis sobre meio ambiente a convite de técnicos da Secretaria do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) envolvidos nas ações da Força-Tarefa de Governadores para o Clima e Floresta (GCF), da qual Rondônia faz parte.

“Acho que o consórcio é a via correta para trabalhar com toda a região amazônica os projetos de interesse comum”, disse o executivo do CAF, instituição fundada em fevereiro de 1968, com matriz na Venezuela, presente em 19 países: Brasil, México, Costa Rica, República Dominicana, Jamaica, Barbados, Trinidad e Tobago,  Colômbia, Equador, Peru, Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Panamá, Bolívia, Espanha e Portugal.

O CAF, que já financiou projetos de desenvolvimento em Rondônia, tem duas políticas de atuação: integração regional e sustentabilidade. “São temas que têm a ver com a Amazônia e, dentro da ótica do banco. Portanto, o consórcio é iniciativa bem recebida, e deve ser também pelo governo central e países que fazem parte da bacia amazônica”, acredita.

“Na visão do banco, o consórcio é um mecanismo correto para abordar problemas de caráter regional, para procurar soluções regionais a problemas estaduais.  É mais fácil pegar um pacote maior, atender a um grande cliente, a uma demanda conjunta do que muitos clientes pequenos. Mais fácil focar o trabalho numa região do que num estado”, avaliou.

Nas ações de sustentabilidade, Octávio Carrasquilla cita as peculiaridades e interesses comuns, como os recursos florestais disponíveis, os serviços ambientais, os produtos da floresta, o biocomércio, o financiamento verde e até mesmo a produção agropecuária como atividades que devem merecer atenção do consórcio.

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Fonte
Texto: Mara Paraguassu
Fotos: Esio Mendes
Secom - Governo de Rondônia

Categorias
Meio Ambiente, Rondônia


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