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Sábado, 12 de junho de 2021

MODERNIZAÇÃO

FNDE apresenta aos gestores da Educação de Rondônia livros digitais que serão adotados nas escolas públicas a partir de 2017

23 de setembro de 2015 | Governo do Estado de Rondônia

Reunião de apresentação da mídia digital do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE

Reunião para apresentação da mídia digital do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação

O engenheiro Fábio Folli apresentou nessa terça-feira (22), na sala de reunião da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), um documentário sobre a mídia digital do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), em que é abordada a questão da adoção de livros com versão digital para 2017.

O vídeo foi apresentado à secretária Fátima Gavioli; ao diretor-executivo, Flavio Cioffi; e aos gerentes e coordenadores de setores da Seduc. Com o livro digital, os estudantes e professores poderão acessar conteúdos interativos, poderão clicar em uma imagem e assistir a um vídeo, além de selecionar uma palavra e ter acesso a um jogo. Tudo pelo computador ou tablet. Isso facilitará as atualizações. O papel, no entanto, não perderá espaço.

Na avaliação da secretária, a tecnologia deve entrar de forma gradual e de forma complementar ao papel. “O papel ainda é a mídia universal, usado por qualquer aluno em qualquer lugar do Brasil, independentemente de condições externas”, afirmou.

As experiências com a digitalização começaram a ser feitas no ano passado, no Ensino Médio, com a distribuição de tablets aos professores da rede pública. O FNDE comprou a versão PDF de 230 títulos do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) por R$ 20 milhões.

Márcio Feliz, adjunto da Seduc, disse que os livros que serão distribuídos pelo programa do FNDE trazem um elemento a mais, os chamados objetos educacionais digitais. São vídeos e jogos educativos disponibilizados em DVDs, que podem ser livremente copiados pelos estudantes. O material será disponibilizado também online.

Esses livros serão entregues aos estudantes do 6º ao 9º ano. Para o próximo ano, cujo foco será o Ensino Médio, o edital pedia também opcionalmente o livro digital. Segundo Torino, 85% das propostas recebidas têm o livro digital.

“Atualmente é opcional e a maioria já apresentou [a versão digital]“, diz Torino.

A digitalização trará também outro benefício: a atualização. O edital do livro didático é lançado com dois anos de antecedência. Depois, são três anos até que os livros sejam trocados. “Até lá, Plutão pode deixar de existir”, exemplifica o diretor.

No papel, a substituição demora e significa mais gastos. Na versão digital, as editoras podem fazer alterações instantâneas pela internet.

Fátima Gavioli é do entendimento que está ocorrendo uma interface entre o uso concomitante do livro eletrônico e o de papel. É uma tendência abandonar o livro didático, já que o livro eletrônico tem vantagens sobre o impresso. Um tablet carrega todos os livros e cadernos e permite interatividade, atualização, o que não ocorre com a versão impressa.


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Fonte
Texto: Antônio Queiroz
Fotos: Quintela
Secom - Governo de Rondônia

Categorias
Educação, Governo, Rondônia


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