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AMBIÊNCIA

Hospital de Base adota projeto de visita multidisciplinar em UTI para garantir a segurança e acolhimento de pacientes

20 de junho de 2016 | Governo do Estado de Rondônia

Com o objetivo de melhorar a qualidade e a segurança do paciente, o Hospital de Base Ary Pinheiro, em Porto Velho, está desenvolvendo visitas multidisciplinares, conhecidas como rondas multidisciplinares, que consistem na passagem conjunta de diversos profissionais da equipe assistencial por cada paciente, com vistas a coordenar o seu cuidado, checar os riscos e medidas de prevenção, estabelecer metas diárias e semanais de cuidado, além de checar itens que garantam a segurança e o acolhimento do paciente e familiares, assim como o preparo para a alta.

Equipe de  multiprofissionais faz visita a pacientes no Hospital de Base, em Porto Velho

Equipe de multiprofissionais faz visita a pacientes no Hospital de Base, em Porto Velho

O Projeto de Visita Multidisciplinar (VMD) começou a funcionar neste mês. Trata-se de uma prática crescente em UTI’s nos hospitais de referência em todo o Brasil. O objetivo principal é investigar os efeitos associados à mortalidade e tempo de permanência nas UTI’s (neonatal, adulta e cardíaca).

As ações são baseadas em estudos internacionais que indicam que existem melhoria em desfechos clínicos associados às visitas. O trabalho é realizado pela manhã.

As visitas estão ocorrendo nas unidades de terapia intensiva (UTI) para adultos e cardíaca da unidade.

“Através das visitas multidisciplinares, é possível garantir maior integração da equipe na assistência ao paciente e conhecimento do mesmo pela partilha dos diversos saberes e olhares, foco da assistência do paciente centrado nas suas necessidades”, explica o diretor-geral do HB, Nilson Paniágua.

Além da equipe multidisciplinar, a visita conta com a participação dos setores de apoio, como o Serviço de Controle e Infecção Hospitalar (CCIH Hbap), além das Coordenações médicas e de enfermagem (cobertura da Equipe NepHBAP – coordenação). “Com essa visão, se possibilita investigar a forma como as pessoas trabalham juntas, como se comunicam, como se adaptam aos desafios e como reagem aos erros. A implantação de uma UTI segura é o resultado de uma cooperação em todos os níveis”, afirmou Paniágua.

De acordo com o secretário estadual de Saúde, Luís Eduardo Maiorquim, a cultura de segurança é um padrão integrado de comportamento individual ou organizacional, baseado em crenças e valores compartilhados, que busca continuamente minimizar o risco de dano ao paciente a partir de um conjunto de processos organizados de atendimento.

Ele explicou que o objetivo é propor um conjunto de benefícios, monitorar e avaliar os protocolos instituídos, realizar o planejamento da assistência multidisciplinar, garantir a continuidade da assistência 24h por dia, estabelecer espírito de equipe entre os profissionais que trabalham juntos, de forma organizada, cooperada, complementar e responsável.

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Fonte
Texto: Antonia Lima
Fotos: Ítalo Ricardo
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