Confúcio Moura deixou claro de que não existe nenhuma crise e nunca existiu, o que acontece são ajustes. “Como todo administrador preciso cortar gastos, enxugar a máquina para desta forma trabalhar com folga. A crise não está aqui, mas ronda o planeta. Somos um Estado e também temos que nos precaver”, enfatiza
Moura levou a público à queda verificada na arrecadação do Estado de R$ 12 milhões. “Mas isso não é nada na comparação com vizinho Estado do Acre, que viu seus ganhos declinarem este semestre em R$ 30 milhões”, informa ele.
Outro fator determinante levado a público pelo governador, no programa de TV, e que demonstra a queda tributária do Estado é que “em decorrência dos vários aumentos salariais concedidos aos servidores do quadro estadual e que ultimamente aderiram às greves. Isso também tem um peso fortíssimo no cofre do Estado. O dinheiro que hoje pagamos os percentuais a estes servidores da paralisação era justamente a moeda reserva que guardávamos para as emergências. As finanças não estão 100%, mas buscamos nos coordenar administrando as despesas”, lembra.
Transposição dos servidores
Para Confúcio é necessário que a transposição dos servidores do Estado para o quadro da união ocorra o quanto antes. De acordo com o governador, toda a bancada de Rondônia está empenhada em realizar o quanto antes o sonho dos servidores. Ótimo para esses funcionários, excelente para o Estado que irá firmar suas contas.
Ainda no programa, o governador anunciou para o dia 24 de julho o pagamento da primeira parcela do 10º terceiro salário do servidor do Estado. E já nesta sexta-feira (29) o dinheiro do salário mensal de todo o funcionalismo estadual. “Enquanto classificam isso de crise, Rondônia está dando um show de otimismo”, enfatiza Moura.
Fornecedores
As notícias de que o governo não está pagando em dia os fornecedores, o chefe de Estado rebateu a informação falando que “hoje todo pagamento das empresas que fornecem algo ao governo precisa passar antes por uma varredura realizada pelo Tribunal de Contas do Estado, (TCE) analisadas, o próprio TCE é quem irá formalizar as datas para que os pagamentos sejam efetuados”, afirma