Na parte de infraestrutura necessária para execução de pesquisas, estão sendo viabilizados R$ 100 mil, que contemplam 12 projetos nas áreas de química do solo; material biológico e agrícola; nutrição; e saúde animal, vegetal e humana. Entre esses projetos está o desenvolvimento de um biosensor magnético biodegradável, capaz de identificar tumores malignos em humanos. A pesquisa chegou a ser apresentada na 9ª Conferência Internacional de aplicações científicas e clínicas de portadores magnéticos, nos Estados Unidos.
A formação de doutores com foco na biodiversidade e biotecnologia também é entendido pelo governo como meio para que o Estado se torne mais competitivo e com desenvolvimento sustentável. Por isso, mais de R$ 600 mil estão sendo investidos em dois projetos: ‘Identificação de novos compostos quimicos contra malária e leishmaniose’ e ‘Banco de Venenos e Secreções da Amazônia Ocidental e Oriental’.
Já para fixação de doutores desvinculados do mercado de trabalho, em instituições de ensino superior e pesquisa, o governo disponibilizou o valor de R$ 300 mil, para execução de cinco projetos,selecionados dentro do Programa de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Regional (DCR).
A Seplan também investe na promoção e assistência técnica especializada na inovação em médias, micro e pequenas empresas. Mais de R$ 640 mil foram disponibilizados para estruturação da Rede de Extensão Tecnológica de Rondônia.
Saúde Pública
Um dos maiores investimentos do governo em CT&I é a criação do Pólo de Pesquisas em Saúde Pública do Estado de Rondônia. A implantação é fruto da parceria com a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).
Para a construção da infraestrutura física, o governo do Estado cedeu um terreno no valor de aproximadamente R$ 1,5 milhão e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) vai investir cerca de R$ 2,5 milhões no projeto. A FioCruz/RO, em conjunto com a Universidade Federal de Rondônia (Unir) e o Centro de Pesquisa em Medicina Tropical (Cepem), será responsável pela execução do projeto.