No início de abril deste ano o Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes (DER) encerrou o aterro das cabeceiras da ponte sobre o rio Machado, no anel viário de Ji-Paraná, e liberou o tráfego.
Desde então, a maioria das carretas que transitariam pelo perímetro urbano de Ji-Paraná optam pelo trajeto de 13 km do anel viário, que recebe atenção diária do DER, com serviços de recuperação de trechos destruídos pelo peso das carretas e com o serviço de caminhões pipa que passam o dia inteiro molhando a estrada para evitar o excesso de poeira e, conseqüentemente, acidentes.
“O governador Confúcio Moura sabe da importância do anel viário para Ji-Paraná. Por isso determinou que fosse feito o aterro para liberar o tráfego. Agora, está buscando recursos junto ao governo federal para o asfaltamento dos 13 km da via”, destaca o engenheiro Lúcio Mosquini, diretor-geral do DER.
O diretor-executivo do Departamento, Rodrigo Viana, afirma que cerca de 30 carretas passam por hora pelo Anel Viário. “Todo esse fluxo de veículos passaria pela BR-364, por dentro da cidade, causando transtornos no trânsito e aumentando os ricos de acidentes”, ressalta Viana.
O residente regional do DER em Ji-Paraná, Paulo Barros, diz que dois caminhões pipa estão à disposição do Anel Viário desde que o transito foi liberado. “Mesmo molhando a pista a poeira ainda é intensa. Os 13 km da estrada estão sinalizados e nossa dificuldade é para conter a poeira para evitar acidentes”, acrescenta.