O custo total do projeto está estimado em mais de R$ 40 milhões e segundo o governador terá impacto muito positivo na qualidade de vida da população do município. “Esta é uma obra grandiosa do PAC2 e não podemos perder este recurso”, completou.
A reunião também contou com a equipe técnica do Ministério que demonstrou o atraso do cronograma do projeto. Foi definido como proceder para que se retire a obra da administração da prefeitura e retorne ao governo. Para os técnicos não há problema, pois quem define o executor do projeto é o governo do Estado. Além dos procedimentos documentais foi sugerido que a Secretaria de Planejamento do Estado avalie um cronograma de execução e comece a formular o edital de licitação, para que o projeto não perca o prazo limite de utilização do recurso.
Confúcio Moura disse que ira se reunir com a assessoria da Caixa Econômica (CEF) em Rondônia, onde segundo os técnicos do Ministério das Cidades se dará o início da alteração do projeto. “Além desta alteração solicitaremos apoio da Caixa também na elaboração do edital, pois eles já tem nos ajudado em outros projetos”, disse.
O ministro Borges solicitou a maior celeridade possível para o governador, pois há pouquíssimo prazo para que não se perca o recurso. Os recursos do PAC2 para saneamento básico no País é de R$ 35,1 bilhões. Com esses recursos serão realizadas 1.144 obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário que beneficiarão 1.116 municípios em todas as regiões do Brasil. Presente a reunião estava a superintendente de Integração do Estado de Rondônia em Brasília, Elizete Lionel.