Governo de Rondônia
Quinta, 19 de setembro de 2019

ESTÂNCIA TURÍSTICA

Ouro Preto do Oeste amplia o atendimento ao turista e forma técnicos em turismo receptivo

16 de julho de 2015 | Governo do Estado de Rondônia

Parapente é atração no Morro Chico Mendes

Parapente é atração no Morro Chico Mendes

Ouro Preto do Oeste é a única estância turística do estado de Rondônia, certificada em 2013, e é hoje exemplo de organização e qualidade, tanto em estrutura urbana e de atrativos, quanto em formação e especialização de pessoal para ser o receptivo modelo da região Norte do Brasil.

Presidente Médici, Ji-Paraná, Teixeirópolis e São Domingos fazem parte hoje da região turística do centro do Estado, tendo como polo Ouro Preto. Júlio Olivar, superintendente da Setur, defende que o turismo necessita de uma visão mais horizontal e sem preconceitos, abrangendo desde a Parada Gay em Porto Velho, até a Marcha para Jesus em Vilhena.

A Estância Turística de Ouro Preto do Oeste tem, nestes dois anos, aprimorado os atrativos, as estruturas urbanas, a hotelaria, a culinária e, principalmente, a população e técnicos em turismo receptivo, para receber visitantes de Rondônia, do Brasil e do exterior.

Outro direito adquirido pela Estância Turística de Ouro Preto é a facilidade e preferência na captação de financiamentos externos, como os Recursos Descentralizados da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) e também do Ministério do Turismo (MTur).

O Superintendente de Turismo, Julio Olivar, anuncia para breve a construção, em Ouro Preto do Oeste, do ‘Museu do Migrante’ que vai resgatar a história das grandes migrações ocorridas a partir do início do século XX, passando pelos períodos da abertura da BR-364 em 1960 e da febre do ouro na década de 1980.

Vale das Cachoeiras, na região de Ouro Preto do Oeste

Vale das Cachoeiras, na região de Ouro Preto do Oeste

Será construído um ‘Sistema de Atendimento ao Turista’ (SAT), às margens da BR-364, que permitirá aos viajantes receberem orientações sobre os atrativos da Estância Turística de Ouro Preto do Oeste e também dos de Presidente Médici com 120 sítios arqueológicos, o Museu Arqueológico de Rondônia e o arquipélago das Cabaçaranas, com 96 ilhas distribuídas ao longo do rio Machado; Ji-Paraná com o Museu das Comunicações de Rondon (único no Estado) e das cachoeiras localizadas na tríplice divisa com Teixeirópolis e São Domingos.

“Temos que fomentar o turismo em Rondônia, até porque é a segunda fonte de divisas do mundo, perdendo apenas para o comércio de armas. Nós não fabricamos armas e temos atrativos turísticos que rivalizam com muitos dos maiores e mais explorados no exterior”, pondera Júlio Olivar.

Olivar afirma que turismo não se faz apenas com atrativos, pois envolve uma cadeia muito grande de comércio como hotelaria, gastronomia, transporte, meios de acesso, comércio em geral, serviços públicos. “Precisamos ter uma visão mais horizontal e sem preconceitos, pois algumas festividades e mesmo eventos religiosos também trazem muitas divisas para o Estado, como por exemplo a Parada Gay, em Porto Velho, e a Marcha para Jesus, em Vilhena, que propiciam maior arrecadação para os dois municípios que outros eventos que fazem parte do calendário turístico de Rondônia.


Fonte
Texto: Marco Aurélio Anconi
Fotos: Marco Aurélio Anconi
Secom - Governo de Rondônia

Categorias
Cultura, Economia, Entrevista, Governo, Rondônia, Turismo


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