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CADASTRO

Rondônia mantém primeiro lugar no índice de cadastramento para entrega de Carteira Nacional do Artesão em 2016

13 de dezembro de 2016 | Governo do Estado de Rondônia

Em 2015, Rondônia tinha participação de 0,27%  na pesquisa que mede o índice de cadastramento feita pelo Programa de Artesanato Brasileiro (PAB), que soma números de artesãos e trabalhadores manuais cadastrados. No primeiro semestre de 2016 o número de cadastro aumentou 108% em Rondônia.

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Carterira é emitida gratuitamente logo após o registro do artesão no Sicab

Só em 2016, a Coordenadoria de Artesanato de Rondônia da Superintendência Estadual da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), cadastrou cerca de mil pessoas, e emitiu mais de 800 carteiras. Segundo a coordenadora de Artesanato, Wellida Sodré, o estado tem público para aumentar esse índice.

A carteira é totalmente gratuita, sem anuidades nem taxa de adesão. É emitida logo após o registro do artesão no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (Sicab), que tem como proposito fornecer informações necessárias à implantação de políticas públicas para o setor artesanal, elevando o nível cultural, profissional, social e econômico da atividade. Também é responsável por promover a figura do artesanato como empreendedorismo.

No próximo sábado (17), o titular da Sejucel, Rodnei Paes, vai entregar cerca de 30 carteiras para os artesãos de Vilhena. Para o ano de 2017, a Coordenadoria de Cultura busca implantar dez feiras dentro do calendário do estado, onde só poderão participar artesãos cadastrados no PAB, regulamentação que já está em vigor desde de abril de 2016.

A carteira tem validade de quatro anos, e por algumas instituições financeiras pode ser considerada como fonte de emprego e renda. Para fazer o cadastro deve-se entrar em contato pelo telefone (69) 3216 5131 e agendar horário de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 12h. No dia agendado, levar foto 3×4, documentos pessoais RG, CPF, comprovante de endereço e uma peça artesanal. Caso trabalhe com mais de um tipo, levar uma de cada

Além das feiras regionais em Rondônia, os artesãos poderão participar das feiras estaduais realizadas em Minas Gerais, Brasília, Recife e São Paulo. Na feira em São Paulo, a artesã de Rondônia, Mirtes Rufino, foi a que mais vendeu, mas conta com dificuldades para produzir seu trabalho.

ARTESÃOS

Mirtes Rufino vive há 28 anos em Porto Velho e considera seu trabalho filho de Rondônia, pois foi aqui que ele começou. Mora na chácara Recanto dos Pássaros, próximo da Universidade Federal de Rondônia (Unir), na BR-364. Mirtes começou o trabalho em 1988. Pegou um tronco no rio Madeira, descascou e fez em formato de jacaré. Segundo ela, naquele tempo havia muita madeira na Cachoeira de Santo Antônio.

Sem madeira, Mirtes desenvolve outras técnicas para expor seus trabalhos. Para a feira de São Paulo ela desmontou um bar que tinha na sua sala, e fez 18 peças pequenas. A cada dia se reinventa e tenta levar para as feiras seu trabalho e o nome de Rondônia.

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Fonte
Texto: Maximus Vargas
Fotos: Maximus Vargas
Secom - Governo de Rondônia

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