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Quinta, 19 de setembro de 2019

ALIMENTAÇÃO

Três meses depois de inaugurado, Restaurante Prato Cheio melhora hábitos das pessoas na zona leste de Porto Velho

09 de dezembro de 2015 | Governo do Estado de Rondônia

Restaurante prato cheio_08.12.15_Foto_Daiane Mendonça (6)

Restaurante Prato Cheio reúne famílias inteiras de bairros da zona Leste

Três meses depois de inaugurado, o Restaurante Prato Cheio é bem aceito por 84% dos frequentadores. Apenas 4% o consideram ruim, 2% péssimo e 2% não o avaliaram, conforme pesquisa feita pelo Coordenadoria de Segurança Alimentar e Nutricional (Cosan) da Secretaria Estadual da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas). Situado no bairro JK I, zona leste de Porto Velho, o restaurante vende o prato de comida a R$ 1, de segunda a sexta-feira.

A pesquisa, cujos dados começaram a ser computados nessa terça-feira (8), obteve o perfil do público consumidor das 1,5 mil refeições diárias: o masculino, com faixa etária de 18 a 30 anos; e o feminino, de 42 a 55. Conforme aponta a pesquisa, são em sua maioria trabalhadores, aposentados e desempregados moradores dos bairros Tancredo Neves, JK I e 4 de Janeiro.

Das 11 grávidas que almoçavam diariamente até novembro, duas ganharam bebês e já retornaram ao local, levando-os no colo. Oito pessoas com deficiência também são assíduos.

Nas sextas-feiras, dia de feijoada, pelo menos 120 famílias (pais, mães, filhos, tios e avôs) comparecem semanalmente.

HÁBITOS MELHORAM

Qualidade alimentar foi destacada

Qualidade alimentar foi destacada

A Cosan percebeu mudanças de hábitos e melhorias no comportamento das pessoas, segundo a pedagoga Diocleia Santos da Silva. “De repente, nos deparamos com transformações, como homens segurando crianças no colo, todos os dias”.

“Há mais respeito na fila de entrada”, observou a nutricionista Clara Soares. O elo familiar se consolida: mães esperam filhos saírem da escola os conduzindo ao restaurante e almoçando com eles.

A qualidade alimentar também se destaca. “Servimos grelhados saudáveis, pratos proteicos, e não trabalhamos com frituras”, disse a nutricionista Taís Souto.

Valores resgatados. “Algumas pessoas chegam com fome, mas não conseguem adquirir o tíquete; uma ou outra se solidariza, ofertando o seu”, contou Diocléia.

No início das atividades, algumas pessoas iam à fila do caixa, adquiriam o tíquete para o primeiro horário e insistiam em vir no segundo. “Há um monitor para indicar o número de senhas vendidas, dando transparência ao sistema de atendimento”, comentou Dioneia.

Também foi possível detectar o golpe do tíquete vencido. Para almoçar, só vale o tíquete do dia.

Saiba mais:

Restaurante popular abre as portas com feijoada para 1,5 mil pessoas em Porto Velho


Fonte
Texto: Montezuma Cruz
Fotos: Daiane Mendonça
Secom - Governo de Rondônia

Categorias
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